Pesquisas do site Top Team, comprovam que sete em cada dez trabalhadores sofrem de estresse em decorrência desses fatores contemporâneos. O medo do desconhecido é um deles. A professora de Educação Física, Gizelle Ribeiro Valadares, 25, diz que tal medo é fator decisivo para agravar o estresse. Segundo ela, as pessoas ficam presas à monotonia de seus dias, sentem-se seguras em suas zonas de conforto, ao ponto de não abrirem mão de velhos hábitos. “Falta força de vontade pra buscar algo novo. As pessoas não acreditam em seus potenciais e, por isso, não se arriscam”. Essa angústia é somada a um acúmulo de adrenalina que se torna prejudicial à saúde. “Eu acho que o pessoal deveria aproveitar melhor o seu tempo e as oportunidades, e se jogar de cabeça em aventuras. É uma inovação que vale a pena.”
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Tempo é vida
Pesquisas do site Top Team, comprovam que sete em cada dez trabalhadores sofrem de estresse em decorrência desses fatores contemporâneos. O medo do desconhecido é um deles. A professora de Educação Física, Gizelle Ribeiro Valadares, 25, diz que tal medo é fator decisivo para agravar o estresse. Segundo ela, as pessoas ficam presas à monotonia de seus dias, sentem-se seguras em suas zonas de conforto, ao ponto de não abrirem mão de velhos hábitos. “Falta força de vontade pra buscar algo novo. As pessoas não acreditam em seus potenciais e, por isso, não se arriscam”. Essa angústia é somada a um acúmulo de adrenalina que se torna prejudicial à saúde. “Eu acho que o pessoal deveria aproveitar melhor o seu tempo e as oportunidades, e se jogar de cabeça em aventuras. É uma inovação que vale a pena.”
Cardápio do bem-estar que leva há uma boa qualidade vida

Veja quais alimentos indicados para ter uma boa disposição o dia todo
É claro que se existe uma receita da felicidade, ela não estaria apenas relacionada ao universo dos alimentos. Mas a ciência cada vez mais tem mostrado que uma alimentação saudável não só afasta o risco de doenças cardiovasculares, com também contribui com doses de disposição e bom humor, para uma vida saudável durante dia.
Enxergar os alimentos como aliado do bem estar pode ajudar a compreender, inclusive, o típico mau humor pela manha. Enquanto dormimos o sistema nervoso central consome glicose. Por isso, quando despertamos, é importante repor os açucares, comendo cereais, frutas e pães. Já no almoço, vale investir em peixes e frutos do mar. Alimentos ricos em selênio, zinco e magnésio, minerais relacionados à disposição física e boa memória.
A professora Renata Zandonadi do curso de Nutrição do UNIEURO diz: “Em função da demanda feminina no mercado de trabalho e a falta de tempo para a falta de refeições, houve uma alteração no padrão alimentar da população que cada vez mais busca por alimentação fora do lar. Frequentemente essa alimentação não é nutricionalmente adequada em função do excesso de sódio e de gorduras e pobre em fibras e de falta de variedade da alimentação que pode conduzir a deficiência de nutriente. A alimentação inadequada pode conduzir a diversos processos patológicos, tais como: Diabetes, obesidade, hipertensão, distúrbios gastrintestinais e também osteoporose e outras tantas que são influenciadas pela má alimentação”.
Ela lembra ainda que com a alimentação saudável rica em fibras, adequada em vitaminas, minerais, carboidratos (principalmente com baixo índice glicêmico), evitando excesso de gorduras “trans” e saturadas. Proteínas, fibras e água são necessárias para a prevenção de doenças, auxiliando no tratamento e consequentemente promovendo uma boa qualidade de vida.
Não podendo esquecer das verduras que são ótimos agentes contra a tristeza. Alem do ferro, folhas verdes escuras (rúcula, espinafre, brócolis), contem acido fólico, um ante depressivo natural. Segundo a aluna de jornalismo Cristiane Vieira 21 anos diz que o chocolate ajuda muito as mulheres na hora do mau humor.
Alem dos carboidratos, as proteínas, encontradas em carnes e ovos, devem estar presentes o bom e velho prato de arroz e feijão, já que proporciona uma boa quantidade dos nutrientes citados acima.

No cardápio do bem-estar, não podem faltar sementes, de abóbora, linhaça, nozes, castanhas e amêndoas que melhoram o humor, e ajudam os adeptos de um bom exercício físico. O professor de Educação Física do UNIEURO Daniel Tavares recomenda aos praticantes de exercícios físicos para não malhar em jejum, importante que duas horas antes de qualquer atividade, um lanche leve de preferência com sucos, frutas e cereais de fácil absorção, isso para evitar desconfortos gástricos durante a pratica de exercícios.
Para aqueles que precisam trabalhar durante a noite, a dica é ingerir alimentos protéicos, como carnes magras. Quem quiser ter uma boa noite de sono, a sugestão é comer pães integrais com moderação e tomar leite, ótimo para proporcionar aquela sensação de relaxamento.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Pais querem paz; Filhos querem pais

Por Gustavo Frasão
Tempo e presença para a família são fundamentais, especialmente para os filhos. A qualidade do tempo que os pais passam com eles, é fundamental. Mas a quantidade desses momentos, também é. Pelo menos é o que dizem alguns psicólogos e educadores infantis.
O discurso de que a qualidade do tempo que se passa com os filhos é mais importante do que a quantidade, está mudando. Pesquisas feitas por psicólogos e educadores constataram que, com a correria da vida moderna, a maioria dos pais reduziram muito a convivência diária com a esposa e filhos. Convivência que, até então, seria fundamental para o bom relacionamento e entrosamento da família. O problema é tão crítico, que tornou-se alarmante. “A tendência é que os pais trabalhem 10 ou 12 horas e, ao invés de chegarem em casa e darem atenção um para o outro, brincarem com seus filhos e colocarem as conversas em dia, mesmo que sejam por alguns poucos minutos, vão é dormir, ver televisão, mexer no computador ou fazer qualquer outro tipo de atividade alheia a esse momento tão especial e único”, afirma a psicóloga Viviane Dutra, que tem um consultório na cidade satélite do Guará, em Brasília/DF.
A professora Cleide Furtado, educadora de crianças e pré-adolescentes na Fundação Educacional do Distrito Federal, também registra sua opinião a favor da presença da família, para um relacionamento sólido, duradouro e de respeito entre os membros. “É impossível existir qualidade na relação familiar sem um mínimo de quantidade. Isso é inviável, não acontece”. No entanto, ela prefere ficar calada e não arriscar nenhum palpite, no que diz respeito ao tempo ideal para dedicação em casa. “Não existe um padrão, um tempo pré-determinado. Existem famílias e situações distintas. Cabe a cada uma delas se adaptarem às suas necessidades, corretamente”, finaliza.
Mas o que de fato se aplica a todos os pais, é que a falta de tempo para os filhos e para a família, de modo geral, são um dos principais causadores dos problemas emocionais e psicológicos criados em uma criança, que pode crescer com isso e ter um resultado drástico, bastante negativo no futuro. “A qualidade no tempo, é bem limitada. Mas a quantidade, não. Quinze minutos brincando com o filho ou interagindo com a família por dia, são insuficientes”, é o que diz o psicanalista e mestre em comportamentos humanos, Dr. Reinaldo Dantas. A professora de Português Selma Frasão, que ministra aula para adolescentes e pré-adolescentes para concursos públicos e pré-vestibulares, afirma que os pais mais ausentes costumam ser mais permissivos e relaxados, o que dificulta na evolução educacional de seus filhos.
Crianças e adolescentes necessitam de tempo para serem vistos, ouvidos e compreendidos.
Precisam da proteção de seus pais, do amor, atenção e dedicação deles. São momentos únicos e que podem indicar soluções precoces para futuros problemas. Perturbações estranhas nos comportamentos de seus filhos, no desenvolvimento deles, e até mesmo nas brincadeiras, que podem ser gostosas e agradáveis para todos. Essa convivência, esse calor humano entre pais e filhos, faz a criança sentir-se amada e bem aceita, além de ajudar a manter a paz no ambiente familiar. A ausência desses momentos pode gerar crianças agressivas, reprimidas, com baixo rendimento na escola, na vida profissional e com dificuldade em relacionamentos, e todos saem perdendo.
Infidelidade: questão de honra ou de vingança?


“O que acontece é que as mulheres sabem ser mais discretas. Traímos e não deixamos rastro pra que nos descubram. A maioria dos homens nunca chega a descobrir o tamanho do galho que carrega na cabeça” é o que diz a estudante de farmácia Jéssica Andrade, 22 anos.
Mas qual será o principal motivo que leva a traição? Quando questionados a respeito, muitos homens dizem que traem por culpa das mulheres que estão se insinuando cada vez mais, principalmente quando elas descobrem que o alvo é comprometido. “As mulheres de hoje colaboram usando roupas mais sensuais e quando estou com minha namorada elas ficam mais assanhadas”, diz Leonardo Oliveira, 20 anos, web design.
Outro argumento usado por eles é que a “carne” do homem é mais fraca e, portanto, mais incapaz de resistir às tentações. Além disso, afirmam que as “puladas de cerca” são coisas de momento, depois do ato não tem mais sentido algum pra eles. “Eu amo minha namorada, mas já a traí algumas vezes, só que não teve importância, depois é só procurar a oficial de novo e tá tudo certo” diz Leonardo.
Já no caso das mulheres, muitas defendem que traem por não estarem satisfeitas afetivamente com o seu parceiro, ou por já terem sido traídas e por isso querem se vingar. O maior problema das mulheres e ao contrário da maioria dos homens é que elas muitas vezes se envolvem de maneira sentimental com o amante, buscando nele aquilo que não encontra no marido e assim não conseguem se “desligar” de nenhum dos dois.
Cristiane Vieira Machado
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Almoçar ou praticar exercício físico? Aumenta o número de pessoas que utilizam o horário de almoço para fazer exercícios
Em busca de saúde e qualidade de vida, muitas pessoas trocam ou diminuem o tempo que têm para almoçar para praticar exercícios físicos. Professores de Educação Física e nutricionistas dizem que não existe problema algum em fazer atividades físicas no horário de almoço. Não é nem mesmo preciso diminuir a intensidade do exercício. O importante é não ficar sem se alimentar e seguir corretamente a dieta proposta pelo nutricionista.
Há 4 meses, dois amigos resolveram se juntar para fazer exercícios físicos no Parque da Cidade SARAH KUBITSCHEK. Eles escolheram o horário de almoço porque trabalham o dia inteiro e estudam à noite. Assim, o único tem
po livre disponível é das 12h às 14h.” Eu particularmente, prefiro correr com um
amigo, até porque correr sozinho é chato e acabo não praticando exercícios” afirma o publicitário Hernane Pinto.
O empresário Hilton Cunha trabalha no Setor Sudoeste e, de segunda a sexta, malha numa academia próxima.” Eu malho uns 50 minutos, tomo meu banho no vestiário e almoço antes de voltar a minha correria do dia-dia”, conta.
Ele considera menos desgastante. “Não chega a dar tempo para o cansaço chegar. Se eu almoçar e ficar fazendo a digestão, me dar sono”, afirma.
O nutricionista Jonas de Mendonça não vê problemas em malhar no horário de almoço, mais lembra que a dieta tem que ser seguida corretamente.Segundo ele, a dieta deve ser adequada ao pouco tempo de almoço. Dependendo do caso, pode-se trocar um prato de comida por um suplemento alimentar, sem prejuízo para a alimentação.” A alimentação tem que ser seguida de acordo com a dieta. A pessoa só não pode se exercitar em jejum”, diz.
Segundo o professor de Educação Física da academia PLANET FITNESS que fica no SIG, André Vieira, o movimento durante o intervalo do almoço é de 90% de funcionários que trabalham perto do local. ”Por se situar perto de vários prédios comerciais, das 11h30 as 14h o movimento da academia chega a ficar tenso de tão cheio que fica”, afirma. Os alunos que malham este horário também chegam a ganhar de 10% a 20% de desconto que depende do convênio das empresas associadas. De acordo com o professor André Viera, também não há problema algum malhar nesse horário, desde que a pessoa esteja bem alimenta, ou seja que tenha tomado um bom café da manhã e não esteja em jejum.
Ser ou não ser ... Virgem!
A universitária Jaqueline Coelho de 20 anos, teve a primeira relação sexual aos 16
O sociólogo Odair José Torres explica que com a facilidade de obter a informação através da internet e de outros meios de comunicação, é comum, jovens se tornarem mais precoces sexualmente, principalmente entre mulheres, que durante anos foram reprimidas pela sociedade machista.
No contraponto desse comportamento de liberdade sexual entre os jovens, surgiu nos Estados Unidos, através da banda True Loves Waits, a idéia do anel da virgindade, que simboliza a abstinência sexual até o casamento. De lá para cá, pode até parecer brincadeira, mas essa onda tem feito vários adeptos no mundo todo, principalmente entre os meninos. Elton de Oliveira de 16 anos, diz que pretende se casar virgem. “A minha virgindade é o meu presente para a minha esposa. Sexo não é para se fazer adoidado, com qualquer uma.”
Para o estudante, quando se toma a decisão de esperar até o casamento, o uso do anel é desnecessário. “Não tem para quê mostrar que é virgem. Isso é besteira, isso é para aparecer.” De acordo com Elton, a pressão para transar é grande. “A maioria dos meninos da minha sala dizem que já transaram. Eles me perguntam se eu não vou também quando eu digo que só depois que eu me casar, eles riem e me chamam de gay, mas eu não ligo.”
Aos 17 anos, Thays Costa, fez um voto de se manter virgem até o casamento. Hoje com 23 anos, ela ainda usa o anel como símbolo de sua castidade. “Eu fiz essa escolha porque eu acredito que devo me preservar para a pessoa que eu amar de verdade. Uso o anel para me lembrar do meu compromisso.” Completa a estudante de enfermagem. Para o sociólogo Odair, essa moda do anel da virgindade pode não durar muito. “A juventude é muito efêmera, tudo é passageiro. Pode ser que daqui a dois, três anos, aconteça algo que os faça mudar de idéia.” segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Protetores voluntários ajudam a salvar vidas

A Associação Salvando Vidas DF resgata animais que estão correndo risco de vida. Atua retirando cães e gatos das ruas, cuidando para que estejam saudáveis e prontos para serem adotados. Os animais são encaminhados para lares temporários ou hospitais veterinários, onde são tratados, esterilizados, avaliados e preparados para o novo lar.
Gabriela Campetti mora na Asa Norte e adotou um gato ainda filhote há um ano. Tigrinho foi abandonado e estava à espera de um lar adotivo em um hospital veterinário do bairro. Ela apóia iniciativas como a da Associação Salvando Vidas DF. “Acho muito bom adotar animais, porque os retiram das ruas e permite que tenham um lar, com donos que possam dar-lhes amor e carinho. Os vira-latas (tanto cães quanto gatos) são inteligentes e carinhosos, muitas vezes até mais do que os animais de raça.” 
